8 posts no canal "Mundo Digital"

02/11/2014

O futuro das agências digitais

No dia 31 de outubro, palestrei no RD Summit 2014, um dos maiores eventos de marketing digital e vendas do Brasil, organizado pela Resultados Digitais, startup por trás do RD Station, plataforma de gestão de marketing digital, co-fundada pelo meu amigo Eric Santos.

Falei sobre o futuro das agências digitais. Acredito que estamos num processo de transformação onde as agências estão se tornando cada vez mais empresas de consultoria, utilizando diversas disciplinas, não apenas de comunicação, para ajudar a transformar os negócios dos clientes. Tenho dito que, para solucionar os desafios dos clientes, a entrega de uma “agência” (entre aspas por falta de uma melhor definição), pode ser uma campanha, plataforma ou até mesmo um novo produto ou serviço, onde a tecnologia tem papel fundamental.

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05/10/2010

A educação na formação do empreendedor

Este post faz parte da blogagem coletiva sobre empreendedorismo promovida pela Endeavor Brasil, reunindo blogs em torno do tema "O cenário empreendedor no Brasil".

Qual o papel da educação, conteúdo e incentivo na formação de um empreendedor? E, aqui no Brasil, o que falta para um maior desenvolvimento da cultura empreendedora?

Quando busco informações e conteúdo sobre empreendedorismo, quase sempre acabo em algum site, blog, livro ou revista americana. Talvez pelo fato de empreender nas áreas de tecnologia e internet, o conteúdo gerado pelos colegas gringos é sempre referência.

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23/05/2010

Steve Jobs em infográfico

Seguindo um link num tweet da Mirna Tonus, caí neste infográfico sobre o quase onipresente Steve Jobs. Interessante ver outras características além de seu lado "business": disléxico, vegano e com higiene pessoal duvidosa (ao menos, no início da carreira).

Jobs é um exemplo de que pra se tornar um ícone em inovação e disrupção, não é necessário seguir uma fórmula ou estudar todas as tendências em administração e marketing. Mas, pra isso, é preciso muita convicção em seus ideais. E, na vida, são poucos os que lutam por eles.

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02/04/2010

Palestra de Steve Case em Stanford

Acabo de assistir a um vídeo de uma palestra de Steve Case, co-fundador da America Online, em Stanford. Conhecia Case apenas "de nome" pela sua história na AOL, maior provedor de internet dos EUA na década de 90, que foi protagonista de um dos maiores fracassos pós-bolha com sua fusão com a Time-Warner.

Foi uma grata surpresa conhecer a clareza da visão empreendedora de Case que, após iniciar sua carreira na Procter & Gamble e passar depois pela Pizza Hut, já acreditava, na década de 80, no poder da interatividade online dos micro-computadores. Trabalhou na Gameline, que produziu o primeiro modem para o videogame Atari e, em seguida, co-fundou a Quantum Computer Services, que seria rebatizada como America Online em 1991.

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12/02/2010

Vídeos da semana: Eike Batista, Jamie Oliver e Kevin Rose

Nesta semana, assisti a três vídeos que gostei muito. Cada um falando sobre assuntos distintos e igualmente fascinantes: negócios, nutrição e tecnologia. Seus protagonistas foram: Eike Batista, Jamie Oliver e Kevin Rose.

Vamos a eles:

Entrevista de Eike Batista ao Charlie Rose

O talk show do Charlie Rose é um conceituado programa de entrevistas nos EUA. Com seu background negro e a famosa mesa oval de carvalho, o entrevistador recebe grandes personalidades do mundo dos negócios, política e entretenimento.

Na última segunda-feira, dia 8 de fevereiro, o polêmico empresário-magnata brasileiro Eike Batista esteve por lá, numa entrevista muito interessante, onde ele falou sobre sua vida e sua missão de construir a infra-estrutura do Brasil do futuro. Por consequência, pode se tornar o homem mais rico do mundo (na entrevista, projetou um patrimônio pessoal de US$ 100 bilhões em 10 a 15 anos).

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15/12/2009

#VivoTwittando: O evento certo, na hora certa

Vivotwittando

Acabo de chegar do evento #VivoTwittando, iniciativa da Vivo lançando seu serviço de SMS para publicar mensagens no Twitter, e reunindo num painel: Marcelo Tas, Rosana Hermann e Juliano Spyer, com moderação do Marcelo Tripoli.

A discussão foi muito boa e o evento foi na medida, no momento e para o público certo. Destaco a visão do Tas, que vê o Twitter como uma ferramenta sem precedentes para dialogar e monitorar reputação. Aliás, é a ferramenta perfeita para medir a repercussão - instantânea - de qualquer evento. O Tas citou vários exemplos de como ele interage com seus fãs e telespectadores do CQC, e citou: "O Twitter não tem limites e vai muito além dos 140 caracteres, com os links para matérias, fotos, vídeos, etc".

Legal também uma citação do Spyer: "Quando eu acabei de escrever o livro (e-book sobre Twitter), minha mãe perguntou o que era o Twitter, e eu não sabia como responder".

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22/11/2009

O evento da Microsoft SOL e a formação do ecossistema de startups no Brasil

MS-SOL

Na 4a feira, 18/11, estive presente no evento da Microsoft SOL, programa de apoio ao desenvolvimento de startups digitais, co-organizado pelo Startupi, site que cobre startups brasileiras, e pelo Hub São Paulo, espaço de eventos e trabalho colaborativo.

Mais do que descrever o evento, compartilharei um pouco da minha percepção sobre o momento que vive o mercado de tecnologia e internet no Brasil. Pra mim, está claro que há um movimento de organização do ecossistema de startups, com grandes players como a Microsoft, incubadoras e investidores (angels e VCs), ordenando e formando uma cultura que facilitará o surgimento de novas tecnologias e atrairá mais talentos empreendedores.

Durante o evento, lembrei-me muito de um post recente do Fred Wilson, venture capitalist americano, onde ele fala sobre o tempo, experiência e paciência necessários para a consolidação de ecossistemas que favoreçam o surgimento de novos negócios, citando como exemplo o tempo que levou para Silicon Valley, New York e Boston consolidarem seus hubs de startups.

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06/11/2009

Quem usa (ou ainda usa)?

Já sinto um pouco de nostalgia quando ouço o termo web 2.0 (que alguns ainda falam em tom de novidade...). O conceito de colaboração, conteúdo gerado pelos usuários, tecnologias como AJAX, etc, estão evoluindo para uma nova etapa, a web semântica, ou web 3.0, mas isso é assunto para outro post.

Tem alguns produtos da web 2.0 que fizeram sucesso por um tempo e, depois, sumiram, perderam popularidade ou viraram sinônimo de breguice (Orkut?). Abaixo, alguns casos:

Delicious
Usei bastante este serviço de social-bookmarking que, depois de comprado pelo Yahoo!, parou no tempo e deixou de ser notícia. Faz tempo que não acesso.

Digg
Este agregador de notícias e links, com popularidade votada pelos usuários, criou a fama de seu fundador, Kevin Rose, e nunca pegou aqui no Brasil.

FriendFeed
Este site fez grande barulho em seu lançamento por ter o Paul Bucheit, criador do GMail, como seu principal fundador. O FriendFeed é um agregador de feeds de redes sociais. Testei uma vez e nunca mais voltei. É um típico produto que faz sentido num plano de negócios mas, na vida real, não cresce como o projetado.

Hi-5
Uma rede social que nunca acessei, mas recebi dezenas de spams até pouco tempo atrás.

MySpace
Faz sucesso entre músicos e artistas em geral mas parece estar caindo em desuso.

Orkut 1
A maior rede social do Brasil e da Índia, foi uma febre em seu lançamento em 2004, todos queriam convite para entrar (tática usada hoje pelo Google Wave e o Novo Orkut), mas, há tempos, perdeu valor entre os influenciadores da web e virou sinônimo de rede para adolescentes e novos incluídos digitais. Por isso, há um êxodo grande para o Facebook e, muita gente, usa o Orkut apenas para ver datas de aniversários dos amigos.

Plaxo
Começou como um serviço na web para agregar dados de contatos, como uma agenda. Evoluiu, mudou e ainda existe, mas não conheço quem use.

Second Life
Uma febre que até trouxe grandes marcas para ações de marketing dentro deste mundo virtual. Caiu bastante em popularidade e não se ouve mais notícias.

Sonico
Essa rede é nova e vem da Argentina. Quem usa? Eu, não.




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